CASO NICOLAS: MÃE APELA PARA REENCONTRAR FILHO DESAPARECIDO EM HOSPITAL DE RONDÔNIA

“Não sei mais a quem recorrer, pois a justiça do homem tem sido muito falha na minha busca pra encontrar o meu bebê Nicolas… E simplesmente cruzaram os braços em relação ao caso do desaparecimento do meu filho…toda vez que o advogado que cuida do caso vai até a delegacia é uma desculpa nova por parte da delegada.  Sempre diz que tem muitas ocorrências pra ele. Fala que está sem agente pra investigar, sem escrivão, ou seja TODO TIPO DE DESCULPAS que vc pensarem. A minha vida está sendo destruída por esse descaso… então, a minha única saída é usar as redes sociais…. Peço encarecidamente… peço como uma mãe em desespero… pra saber o que aconteceu com o meu bebê… #COMPARTILHEM, me ajudem por favor… divulguem ao máximo que vocês puderem esse cartaz, qualquer informação fará toda a diferença na minha vida… Se alguém sabe o que aconteceu no dia 22 maio de 2014, na maternidade Regina Pacis em Porto Velho, pelo amor que vcs tem nos filhos de vcs, me ajudem! Vcs como pais e mães me ajudem…. pois eu acredito que só unidos vamos descobrir a VERDADE do caso Nicolas… Virou caso do Estado, todos querem uma resposta… e a pergunta que não quer calar é : CADÊ NICOLAS E O QUE REALMENTE ACONTECEU COM ELE????? Quero saber qual é o problema da delegada que não faz NADA. E sobre o relatório que foi ocultado em 2014 veio à tona em 2016, MAS NINGUÉM FAZ ABSOLUTAMENTE NADA. Vejam um trecho do relatório (fac-símile do lado direito) e me digam se é suspeito a atitude desta delegada ou não?!”. Este é o apelo que Marceli Natz enviou ao Mais RO, através do jornalista Douglas Mendonça, do program Giro 190, da Rádio Globo de Porto Velho. 

O drama teve início em 22 de maio de  2014, quando Marceli Natz deu a luz ao pequeno Nicolas Natz. Ela, que mora em Cujubim  (Município de Rondônia distante cerca de 224 km de Porto Velho), vinha para a capital  ter seu bebê. Foi obrigada a parar em Candeias do Jamari, onde entrou em trabalho de parto no hospital Santa Izabel. Na guia de sepultamento consta que “o parto foi na ambulância”, quando na verdade a criança nasceu no hospital de Candeias. Segundo a polícia, “teria tido seu corpo incinerado acidentalmente”. Mas os problemas da família começaram após o nascimento. Marcieli foi encaminhada para internação no Hospital de Base e Nicolas no Hospital Infantil Cosme Damião. Porém, alegaram que havia a necessidade de internação em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), e a criança foi transferida para a Maternidade Regina Pacis, onde teria falecido.

O corpo do bebê teria desaparecido durante a transferência para o necrotério do Hospital de Base.

Para a polícia, o corpo do bebê teria sido levado por funcionários de uma empresa terceirizada, que presta serviços ao governo no transporte de material hospitalar descartado. A empresa é responsável por levar para incinerar pedaços humanos que foram extraídos ou amputados. O cadáver, segundo as investigações, estava enrolado em um pano de cor branca, um lençol e foi levado por engano no lixo hospitalar. De acordo com o diretor geral da Polícia Civil, Pedro Mancebo, o cadáver do bebê foi incinerado por uma empresa – que presta serviços ao hospital – de forma errônea. Ainda de acordo com o diretor, houve uma grande confusão e falta de fiscalização no recolhimento do corpo, sendo que os materiais hospitalares e cadáver são recolhidos em sacos de cores diferentes, um na cor vermelhe e outro branco. Vermelho para corpos e brancos para lixo hospitalar. No dia do recolhimento do corpo, não havia o saco vermelho, porém o corpo da criança foi colocado no saco branco e levado direto para ao incinerador da empresa. Um funcionário avistou que tinha algo de errado e avisou o responsável pelo incinerador, que falou que não tinha mais o que fazer, pois o corpo já havia sido incinerado.

A família não acredita nessa hipótese e quer que a investigação prossiga.

Em agosto de 2014, um vídeo feito com as câmeras de segurança da maternidade Regina Pacis, mostra um motoboy e uma suposta médica entrando no hospital e saindo com uma mochila, onde poderia estar a criança. A suposta médica entra e sai junto com o motoboy. As imagens são do dia do desaparecimento do corpo do bebê.

Fonte: maisro

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