Duas pessoas continuam foragidas da Operação Crátons, em RO

Dos 11 mandatos de prisão, apenas, nove foram cumpridos. Índios estão em prisão domiciliar e outros estão presos em Cacoal.

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A PF continua investigando e pretende fazer um acordo de delação premiada com indígenas. (Foto: Magda Oliveira/G1)

As investigações da Operação Crátons deflagrada em Rondônia na última terça-feira (8), continuam. De acordo com a Polícia Federal, até o momento foram emitidos 11 mandados de prisão nos municípios de Cacoal e Espigão do Oeste, porém apenas nove foram cumpridos, sendo que duas pessoas estão foragidas. Dos presos, seis são lideranças indígenas.

Ainda segundo a polícia, durante toda a quinta-feira (10) os indígenas serão ouvidos pela Polícia Federal e pelo Procurador da República, Daniel Azevedo Lôbo. O objetivo é firmar um acordo com os índios de delação premiada, para que a polícia consiga chegar a um número maior de pessoas envolvidas. Os indígenas estão em prisão domiciliar e os outros envolvidos estão presos em Cacoal.

Entenda o caso
A Operação Crátons tem como objetivo combater a prática de crimes ambientais ligados à extração e comercialização ilegal de diamantes das terras dos índios Cinta-Larga. A investigação é um desdobramento direto da Operação Lava Jato.

Em Rondônia a investigação foi realizada em seis municípios, sendo Porto Velho, Ouro Preto do Oeste, Machadinho do Oeste, Espigão do Oeste e Cacoal. Além das prisões, foram realizadas também conduções coercitivas, busca e apreensão e entrega de intimações.

Fonte: G1.Globo

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