quinta-feira, março 4, 2021

Em abordagem homem oferece dinheiro a policiais e acaba atrás das grades em Espigão do Oeste

caso-de-policia3O caso aconteceu quando policias de Espigão do Oeste RO,  realizavam  uma operação pela ruas e bares  da cidade. Ao chegarem  ao bar  denominado Coqueiral notaram  a  presença de vários  homens no local, ao realizarem  uma  revista pessoal nos  frequentadores foi  encontrado  uma paranga  de droga  tipo crack ao lado dos revistados. Perguntado de  quem era  o entorpecente todos negaram ser o dono, então foi perguntado  de  quem eram  os veículos  estacionados do lado de fora do estabelecimento, sendo várias motos.

Ao ser  realizada  uma consulta no sistema do  DETRAN os referidos veículos estavam  com irregularidades, (IPVA  atrasados). Ao serem informados de que  os veículos  seriam encaminhados ao pátio do CIRETRAN, um senhor de 46  anos que  estava no local chamou  um dos agentes  e perguntou quem era  o comandante da operação e  o agente se apresentou como sendo ele próprio e perguntou o que o mesmo queria. De imediato o policial pegou o celular  e  começou  a gravar a conversa.

O Policial perguntou ao infrator  porque ele estava interessado em saber quem comandava a guarnição e  ele disse: “olha chega  ai, a  droga  que  foi  achada  é minha  e a moto está com a documentação atrasada,  posso te dar o que tenho  aqui R$ 1.574,00 reais  em  cheque para  que possa me liberar, se  tu quiser pode  ficar  com a grana  toda ou repartir  com seus  colegas” disse o infrator.

De  imediato foi  dada  voz  de prisão ao infrator que  foi  encaminhado ao HPS  para  exame de  corpo delito  e apresentado á UNISP onde  foi  autuado por  corrupção ativa  ficando aos cuidados do  agente  de plantão para  que  sejam tomadas  as medidas cabíveis  ao caso.

VEJA: ART. 333 DO CÓDIGO PENAL

 A figura típica contida no art.333 do Código Penal brasileiro, denominada “corrupção ativa” está redigida da seguinte maneira:

 Art. 333. Oferecer ou prometer vantagem indevida a funcionário público, para determiná-lo a praticar, omitir ou retardar ato de ofício:

Pena – reclusão de um a oito anos e multa.

Parágrafo único. A pena é aumentada de um terço se, em razão da vantagem ou promessa, o funcionário retarda ou omite ato de ofício, ou o pratica infringindo dever funcional. 

Fonte: Evisson/RomiporãFM

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