terça-feira, março 9, 2021

Traficantes são presos no centro de Espigão do Oeste na Rua Bahia pelo N.I

IMG-20151209-WA0093Graças a denúncias anônimas, policiais militares do núcleo de inteligência  em Espigão  do Oeste, retiraram mais  um traficante  de  drogas  das  ruas. Segundo boletim de ocorrência de nº 2837/15, foram  recebidas  várias ligações onde  davam conta que um  infrator, velho conhecido da  Polícia, estava vendendo drogas  do tipo maconha pelas ruas da cidade.

images (1)O  sistema usado era o disque  entrega , após  averiguações e constatações do crime  o N.I (núcleo  de inteligência)  da policia Militar  começou a  investigar o referido  agente, até  que  na  data  desta  quinta-feira 17/12 por volta das 18:45h após acompanhamento do infrator, o mesmo estava  em  uma CG TITAM 125 e parou  em um posto de gasolina no centro da  cidade onde  entregou algo para um outro rapaz. Os  agentes  da  lei aguardaram  até  que  a transação fosse  feita, ao término quando iam saído foi  realizada a abordagem dos  infratores  onde  foi  encontrada  uma porção  da  droga com cada  um e  uma certa quantia em dinheiro.

Disse o agente  da lei “Chegamos ao local e presenciamos o momento em que o vendedor repassou a droga ao comprador que o esperava tranquilamente com ar  de impunidade como  se fosse  a  coisa mais normal do mundo, então, imediatamente nos aproximamos e efetuamos a prisão em flagrante”, relatou o investigador.

Após a abordagem  o infrator autorizou os policiais  que realizassem uma busca  em  sua  residência, onde após a revista foi encontrado cerca  de 140 gramas  de Maconha e uma balança  de  precisão, nos  aparelhos celulares dos  meliantes  foram  encontradas conversas  via whatsApp, onde  o indivíduo pedia uma certa quantia  da  droga pois havia vários clientes pedindo a  mesma. Após a constatação  dos  fatos  os  dois foram encaminhados ao HPS  para exame  de corpo delito e  conduzidos  até  a UISP onde  foram entregues  ao comissariado de plantão para  que  sejam ouvidos  pelo delegado e  tomadas  medidas  cabíveis  ao caso  ficando assim à disposição da Justiça.

Veja  o que  diz a Legislação direta

Artigo 33 da Lei nº 11.343 de 23 de Agosto de 2006

Art. 33. Importar, exportar, remeter, preparar, produzir, fabricar, adquirir, vender, expor à venda, oferecer, ter em depósito, transportar, trazer consigo, guardar, prescrever, ministrar, entregar a consumo ou fornecer drogas, ainda que gratuitamente, sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar:

Pena – reclusão de 5 (cinco) a 15 (quinze) anos e pagamento de 500 (quinhentos) a 1.500 (mil e quinhentos) dias-multa.

  • 1o Nas mesmas penas incorre quem:

I – importa, exporta, remete, produz, fabrica, adquire, vende, expõe à venda, oferece, fornece, tem em depósito, transporta, traz consigo ou guarda, ainda que gratuitamente, sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar, matéria-prima, insumo ou produto químico destinado à preparação de drogas;

II – semeia, cultiva ou faz a colheita, sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar, de plantas que se constituam em matéria-prima para a preparação de drogas;

III – utiliza local ou bem de qualquer natureza de que tem a propriedade, posse, administração, guarda ou vigilância, ou consente que outrem dele se utilize, ainda que gratuitamente, sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar, para o tráfico ilícito de drogas.

  • 2o Induzir, instigar ou auxiliar alguém ao uso indevido de droga: (Vide ADI nº 4.274)

Pena – detenção, de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa de 100 (cem) a 300 (trezentos) dias-multa.

  • 3o Oferecer droga, eventualmente e sem objetivo de lucro, a pessoa de seu relacionamento, para juntos a consumirem:

Pena – detenção, de 6 (seis) meses a 1 (um) ano, e pagamento de 700 (setecentos) a 1.500 (mil e quinhentos) dias-multa, sem prejuízo das penas previstas no art. 28.

  • 4o Nos delitos definidos no caput e no § 1o deste artigo, as penas poderão ser reduzidas de um sexto a dois terços, vedada a conversão em penas restritivas de direitos, desde que o agente seja primário, de bons antecedentes, não se dedique às atividades criminosas nem integre organização criminosa. (Vide Resolução nº 5, de 2012)

Fonte: Evisson/RomiporãFM

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